Caem por terra corpos,
Libertos de vida, vencidos,
Por obra de morte e ódios,
Vejo o sangue em rostos entristecidos.
Eles que se dispõe mortos,
Com os olhos já fechados,
Foram obra de intentos morbidos,
E da clemência de que foram privados.
Repugnantes, vis e sádicos,
Como que pelo bem não tocados,
Sois das trevas personificados,
E pela mão divina negligenciados.
Ò felicidade fugaz,
Resplandecente forma de dizer,
Leva-me de novo aos lugares,
Aos lugares que me viram nascer.
E então ser capaz,
Capaz de ser e de fazer,
Mudar de novo este mundo mordaz,
E criar um novo, onde todos possamos viver
sexta-feira, 13 de março de 2009
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